quarta-feira, 29 de junho de 2011

Visita de estudo/actividade "Egglander" (CCVA)

A 27 e 28 de Abril realizou-se mais uma visita ao Centro de Ciência Viva da Amadora (CCVA), neste caso, para a realização da actividade "Egglander" com os alunos do 7.º ano de escolaridade inscritos no clube de ciências.

A actividade foi realizada sob orientação dos monitores do CCVA (aos quais os professores do clube agradecem desde já)  e contou com uma forte adesão por parte de todos os alunos envolvidos, consistindo na construção de um protótipo para fazer aterrar em segurança uma "sonda espacial" especial: um ovo de galinha. O grupo vencedor da actividade era aquele que conseguisse fazer aterrar a "sonda" em segurança, com a maior economia de meios.

Algumas das fotografias tiradas a documentar a actividade são apresentadas abaixo.







segunda-feira, 27 de junho de 2011

Exposição "Ver o Invisível: a Imagem na Arte, Ciência e Tecnologia" (2 a 20 de Maio)

Entre 2 e 20 de Maio, decorreu-se na sala polivalente da escola o culminar de um dos projectos-chaves do clube, no presente ano lectivo: a Exposição "Ver o Invisível: a Imagem na Arte, Ciência e Tecnologia".

As fotografias da exposição, dividida em sete módulos (Nos Limites da Física, Química: Viagem ao Mundo de Lilliput, Da Terra ao Universo Infinito, Batalha pela Vida, Arte & Ciência, Arte & Engenharia: Grandes Obras da Humanidade e Múltiplos Olhares), podem ser visualizadas abaixo. O último módulo (Múltiplos Olhares) consistiu inteiramente de fotografias tiradas pela aluna Joana Raimundo (da turma 7.º/3.ª) e pelo seu pai, escolhidas pelos restantes alunos do clube, dentre as várias fotografias colocadas a votação.

Pelo seu contributo imprescindível à concretização da exposição, os professores do clube agradecem a todos os alunos do clube (e respectivos pais e encarregados de educação), com especial destaque para a aluna Joana Raimundo e o seu pai, pelos motivos supracitados.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Exposição "Ver o Invisível: a Imagem na Arte, Ciência e Tecnologia" (módulos de exposição)


No 3.º período, a exposição do clube "Ver o Invisível: a Imagem na Arte, Ciência e Tecnologia" será finalmente apresentada à comunidade escolar!  Feitas as pesquisas e votações (quer pelos alunos e professores do clube, quer online), a mesma consistirá de sete módulos, a saber:
  • Nos Limites da Física;
  • Química: Viagem ao Mundo de Lilliput;
  • Batalha pela Vida;
  • Da Terra ao Universo Infinito;
  • Arte & Ciência;
  • Arte & Engenharia: Grandes Obras da Humanidade;
  • Múltiplos Olhares (fotografia de alunos e/ou outros).
Dentre os módulos anteriores, os seis primeiros encontram-se finalizados e prontos a expor no polivalente da escola, durante cerca de 15 dias, mais especificamente entre 2 e 20 de Maio.

Relativamente ao último módulo, intitulado Múltiplos Olhares, este consistirá nas 6/7 fotografias mais votadas pelos membros do clube e/ou online. Dentre as colocadas a votação, a maioria das fotografias foram captadas pela aluna Joana Raimundo e o seu pai (Fig.01 a 10).

Fig.01: Vista da Tapada de Mafra.

Fig.02: Gamo (espécie de veado) da Tapada de Mafra.

Fig.04: Flores do Jardim Botânico de Lisboa.

Fig.05: Vista do céu, na localidade da Seladinha.

Fig.06: Dente-de-leão (localidade da Seladinha).

Fig.07: Pormenor de uma flor (localidade da Seladinha).

Fig.09: Rã num lago, vista de lado (localidade da Seladinha).

Fig.10: Cauda de pavão.

Fig.11: Folhas vermelhas no Outono (localidade da Reboleira, Amadora).
Autor: José Rafael Correia, aluno da turma 8.º/6.ª.

Fig.12: Lírio do campo (Escola Básica Roque Gameiro).


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Reacções ácido-base (vinagre + fermento)

Explorada no clube de ciências pelos alunos que frequentam o horário de 4.ª-feira, a reacção química entre o vinagre e o fermento é uma reacção ácido-base muito simples de fazer, com materiais fáceis de arranjar. Os materiais necessários são:
  • vinagre;
  • fermento em pó (bicarbonato de sódio, NaHCO3);
  • um balão de borracha normal;
  • uma garrafa de plástico (no clube de ciências usou-se um balão de Erlenmeyer).

Ao juntar-se o vinagre com o fermento, a reacção ocorre de imediato, com a produção de dióxido de carbono (CO2) gasoso, o que origina uma efervescência característica.


A reacção é dita de ácido-base, porquanto o vinagre é uma solução ácida (devido ao ácido acético, CH3COOH, que contém) e o fermento é uma substância básica. A reacção química entre os dois produz água (H2O), um sal (NaCH3COO) e dióxido de carbono, de acordo com a equação química:

CH3COOH(aq) + NaHCO3(s) --> H2O(l) + NaCH3COO(aq) + CO2(g).

O seguinte vídeo documenta a reacção acima descrita, tal como foi realizada no clube de ciências.


A mesma reacção foi realizada em casa pelo aluno José Rafael (da turma 8.º/6.ª) como ilustram as fotografias abaixo.






Além do efeito engraçado do balão a encher com dióxido de carbono, a reacção entre o vinagre e o fermento pode ser facilmente adaptada para simular a erupção dum vulcão: basta substituir a garrafa por um modelo de vulcão (feito com plasticina, p. ex.) e adicionar corante alimentar vermelho para dar a aparência de lava à efervescência que resulta da reacção química.

Radiómetro de Crookes ("moinho de luz")

Aproveitando o material adquirido para o clube no ano lectivo anterior, no 1.º período, procedeu-se à exploração do funcionamento dos radiómetros de Crookes do clube, vulgarmente conhecidos como "moinhos de luz". A razão de ser deste último nome foi testada ao ar livre pelos alunos do clube (no horário de 6.ª-feira), como se pode confirmar no vídeo seguinte (autora do vídeo: Jéssica Nunes, 8.º/6.ª).


O radiómetro de Crookes é um aparelho com uma história engraçada, tendo alcançado uma fama considerável no séc. XIX como brinquedo de salão, na sequência da construção dos primeiros tubos de vácuo (no interior do bulbo de vidro há um vácuo parcial, i. é, o ar é mais rarefeito que no exterior).

Apesar de ser um excelente instrumento didáctico, o radiómetro de Crookes não é um verdadeiro "moinho de luz", porquanto não é a luz que provoca a rotação das palhetas do moinho, como geralmente se pensa e foi sugerido pelo criador do aparelho, Sir William Crookes (1832-1919). Na verdade, a rotação das palhetas é devida ao atrito entre o ar rarefeito e os bordos das palhetas, um fenómeno conhecido como "transpiração térmica".

Para saber mais detalhes sobre  o funcionamento do radiómetro de Crookes e o fenómeno da "transpiração térmica" ver aqui, aqui e aqui (esta última webpage está em inglês).

Combustões com metais

Outra experiência realizada no clube de ciências com os alunos inscritos no horário de 6.ª-feira, foram as combustões de metais, nomeadamente as do magnésio, lítio e sódio.  O material utilizado nessas combustões pode ser visto nas imagens abaixo apresentadas.


De entre as combustões efectuadas, a do sódio pode ser visualizada no vídeo seguinte (autora do vídeo: Jéssica Nunes, 8.º/6.ª).

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Leite mágico (uma experiência visualmente engraçada)

Uma experiência muito simples de fazer, encontrada no canal Scientific Tuesdays do YouTube (ver vídeo aqui), e levada a cabo no clube de ciências quer pelos alunos de 4.ª-feira (sob orientação da prof.ª Laura Pinto), quer pelos alunos de 6.ª-feira (sob orientação do prof. Orlando R. Gonçalves). O material necessário para executar a experiência é o seguinte:
  • leite gordo (se se utilizar leite magro ou meio gordo, os resultados da experiência não serão os pretendidos);
  • corates alimentares de várias cores (fáceis de comprar em qualquer supermercado);
  • detergente líquido para a loiça;
  • tina de vidro (ou outro recipiente similar).
As seguintes fotografias ilustram o material e o resultado final obtido pelos alunos de 4.ª-feira aquando da realização da experiência.


Por sua vez, a experiência do "leite mágico" realizada pelos alunos de 6.ª-feira pode ser visualizada no seguinte vídeo (autora do vídeo: Jéssica Nunes, 8.º/6.ª).


A experiência do "leite mágico" pode ser explicada da seguinte forma:
a densidade dos corantes alimentares é menor que a do leite gordo, pelo que estes ficam a flutuar à superfície do leite. Todavia, a adição do detergente vai interferir na tensão superficial do leite, provocando o afastamento da superfície das gotículas de gordura do leite, que, por sua vez, arrastam as moléculas dos corantes alimentares, gerando-se assim os padrões de cor característicos da experiência.